terça-feira, 31 de maio de 2011

Casada evangélica: O despertar de uma puta - Parte I

Após retornar da viajem que inventei para viver minha primeira grande aventura, percebi de forma bem nítida que minha vida sexual mudaria radicalmente e que eu jamais voltaria ser a mesma pessoa. As sensações sentidas naqueles momentos de loucura com Júlio, cada gozo que aquele homem me proporcionou, a indescritível sensação de me sentir desejada, devorada, eram maior do que qualquer resquício de arrependimento que eu pudesse estar sentindo naquele momento.
Não me sentia nem um pouco arrependida. Muito pelo contrário. Me sentia realizada, pois finalmente pude ter uma foda de verdade, com um homem que sabe o que é foder e que não se proíbe de realizar qualquer fantasia de uma mulher por causa de princípios religiosos. Posso afirmar, sinceramente que as duas transas que tive com Julio foram infinitamente superiores às tantas que, no espaço de 7 anos havia tido com meu marido. Então, vejam que eu não tinha razões para arrependimento.
Logo que cheguei à minha cidade, minha vida voltou rapidamente à rotina diária de trabalho. Procurei continuar, pelo menos no campo profissional e social, levando a mesma vida que levava anteriormente. Até por que, uma mudança brusca de comportamento e atitude, poderiam provocar o estranhamento das pessoas e chamar a atenção delas para mim. Isso era a última coisa que eu queria naquele momento.
Porém, por mais que eu me esforçasse para agir de forma natural, como se nada tivesse acontecido, eu não estava conseguindo. Tanto que, no trabalho, algumas colegas perceberam a minha mudança;
- Karla!, ta diferente!, que aconteceu ?
- É verdade! Ta se arrumando mais!, ta mais vaidosa!
- Ta linda, viu ?
Eu ouvia tudo aquilo com imensa satisfação. Mas também com alguma preocupação. Não que eu esperasse que meu marido percebesse alguma coisa. Eu acho que ele estava ocupado demais com o trabalho e a igreja para notar que a sua mulher necessitava ser vista, admirada, elogiada. Fodida. E por isso estava mudando sensivelmente.
Passado alguns meses, minha vida seguia o mesmo ritmo de sempre. Escola, igreja, casa. Tentei de forma sutil, incrementar a vida sexual com meu marido. Comprei uma camisola transparente, calcinhas menores, tudo para tentar seduzi-lo. Pedia para mudar de posição durante nossas transaas e, um dia, tomando coragem venci o medo de uma reprimenda e, durante uma noite em que fazíamos amor, eu em êxtase, louca para gozar, pedi:
- Amor, deixa eu chupar o teu pau um pouquinho. To louca para sentir ele na minha boca. Você nunca deixou eu fazer.
Jamais vou esquecer reação dele. Com muita raiva, ele saiu de cima de mim, vestiu rapidamente a calça e me disse absurdos:
- Você está sendo usada como um instrumento do demônio.
- Precisa se purificar destes pecados.
- Sua mente está dominada pelo pecado pela luxúria. Ore e peça a Deus para te libertar
Dizendo isso saiu rápida e furiosamente do quarto dizendo que ia dormir no quarto de hóspedes e que só voltaríamos a dormir juntos quando eu voltasse a me comportar como uma mulher temente a Deus.
Uma imensa tristeza tomou conta de mim naquele momento. Tristeza não apenas por meu marido ter dito todas aquelas coisas comigo mas, principalmente, por perceber que jamais me sentiria uma mulher plenamente realizada na cama com ele. A constatação dessa triste realidade me fez relembrar com muita saudade os tórridos momentos de prazer vividos com Júlio. Após aquele dia, minha relação com o meu marido ficou cada vez mais difícil. Mal nos falávamos. Sexo então nem pensar.
Uma semana após aquele acontecimento, meu marido chegou do trabalho e disse que havia recebido uma ligação da irmã dele que morava no Rio de Janeiro falando que viria passar uns dias em nossa cidade e que ficariam, ela e o noivo hospedados em nossa casa. Para mim não teria nenhum problema. Lúcia era um amor de pessoa e apesar da distancia geográfica sempre tivemos um ótimo relacionamento. Sempre conversávamos por telefone e sua vinda seria até uma oportunidade de desabafar com alguém pois diferentemente do restante da família ela não era evangélica e com certeza me ouviria de bom grado.
Na sexta-feira à tarde, Lúcia e o noivo chegaram. Como meu marido estava no escritório, fui sozinha à rodoviária busca-los de carro. De longe avistei Lúcia sentada tomando um água de coco, me aproximei sem que ela percebesse e fechei seus olhos com as mãos.
- Aposto que é a Karla!, ela exclamou virando-se e confirmando sua resposta. Nos abraçamos demoradamente e então, percebendo que ela estava sozinha perguntei:
- Onde está seu noivo ?
- Tava pegando as malas no ônibus mas, já vem vindo ali.
Quando vi o noivo de Lúcia, quase tive um treco. Um homem de deixar qualquer freira de perna bamba. Alto, lindo, forte e deliciosamente negro. A visão daquele monumento me fez sentir um frio na espinha. Quase não consegui conter minha excitação.
- Querido, essa é minha cunhada Karla – Disse Lúcia me apresentando ao noivo.
- Prazer Karla meu nome é Sérgio – Disse ele me beijando os dois lados do rosto
- Przer, eu disse, retribuindo a saldação.
- Vamos então ?
- Sim, vamos. To morrendo de cansada quero tomar um bom banho.
- Dona Karla, tem certeza que podemos ficar hospedados na sua casa ? Tenho medo de incomodar vocês. Eu preferiria ficar num hotel – Disse
- De jeito nenhum. Nós ficaríamos muito ofendidos se vocês fizessem isso. Além do mais, Lúcia é da família e você como noivo dela é como se fosse também.
Durante o trajeto até minha casa, Sérgio foi sentado ao meu lado enquanto Lucia estava no banco de trás. Conversávamos bastante durante o trajeto. Sérgio vestia uma calça jeans levemente colada ao seu maravilhoso corpo de 1:85 de altura e 85 kg e eu não pude evitar de olhar de leve o volume que se formou na parte da frente. Com certeza uma pica de no mínimo 20 cm, previ.
Chegando em casa tratei de hospedar minha cunhada e seu noivo. Como Lucia e Sérgio não eram casados tive de hospedá-los em quartos separados devido às normas religiosas de meu marido, coisa que não causou nenhum constrangimento aos noivos pois Lúcia conhecia muito bem a fixação religiosa do irmão. Ela aliás, já tinha dito a Sérgio que assim seria.
Lúcia me chamou antes de entrar no chuveiro e me pediu pra arranjar um edredom para Sérgio pois o mesmo tinha esquecido de colocar na mala. Prontamente arrumei o edredon e fui levar pra Lúcia, como ela estava no banheiro, me pediu para entregar no quarto de Sérgio. Bati na porta para entregar o edredon e eis que Sérgio, na certa pensando que fosse Lúcia chamando, abriu a porta vestido numa sunga branca. O que vi me deixou quase louca. O corpo de Sérgio era perfeito. Um tórax definido, músculos enormes e uma pica monstruosa capaz de virar o juízo de qualquer mulher. Minhas pernas ficaram bambas. Minha bocetinha automaticamente encharcou quase chegando a pingar de tanto tesão. Percebendo a situação de embaraço, Sérgio se desculpou.
- Me perdoe dona Karla –disse ele pegando uma toalha para encobrir o corpo – pensei que fosse a Lúcia pois eu acabei de pedir pra ela trazer um cobertor para mim
- Não tem importância Sérgio. Aqui está o cobertor. Mas quero te pedir uma coisa.Não quero que me chame de dona Karla, afinal de contas eu não sou nenhuma velha né ?
- Não com certeza não. E não foi essa minha intenção ao chama-la de dona. È apenas uma questão de respeito.
Saí da porta do quarto sem dizer mais nada e visivelmente pertubada. Fui para o meu quarto tomar um bom banho para esfriar aquele tesão descontrolado que eu estava sentindo. Me masturbei como uma louca pensando naquele homem sem nem lembrar que era o noivo da minha cunhada alguém que eu tanto prezava. Mas o que me importava naquele momento era gozar muito. Acariciei meu corpo demoradamente, imaginando ser tocada por aquele deus que estava a poucos metros de distância de mim, no outro quarto. Cada toque que eu dava em minha buceta, cada torcida que eu dava no bico do meus seios eu imaginava que era Sérgio a me tocar a me chupar a me comer com vigor e voracidade como só os homens negros sabem faze: Cheguei ao clímax do prazer, gozando no momento em que me imaginava chupando aquela pica saborosa que eu nem tinha visto ainda, só por cima da cueca.
A partir daquele momento, foder com aquele homem tornou-se uma obsessão que invadia minha mente de uma forma que eu não podia controlar. Meu corpo me surpreendia a cada momento pois para mim, o fato de Sérgio ser noivo de minha cunhada, não fazia a menor diferença. Ao contrário, parece que eu estava ainda mais excitada.
Mas como fazer para tentar uma aproximação sem levantar suspeitas? Como possuir e ser possuída por aquele macho sem que ninguém percebesse ? E a perguna mais difícil, de onde tirar coragem para insinuar-me para Sérgio ou seduzi-lo dentro da minha própria casa. Mal sabia eu que as teias dos destinos estavam sendo tecidas e que as circunstâncias se encarregariam de responder a estes questionamentos.
No domingo pela manhã, meu marido saiu para a igreja e eu fiquei em casa para cuidar dos preparativos do almoço familiar que tínhamos idealizado por conta da visita de Lúcia. Ficamos as duas na cozinha mais a empregada, preparando os pratos para o almoço. Sérgio estava na sala assistindo televisão. Como meu marido tinha convidado alguns membros da igreja para almoçar conosco, estávamos preparando muita comida. Pedi então a Lúcia que fosse com Sérgio comprar alguns refrigerantes que havíamos esuecido de comprar no dia anterior. Lúcia, alegando que não sabia dirigir e que Sérgio não conhecia a cidade, sugeriu que eu fosse com ele, enquanto ela ficava preparando a salada. Naquele momento, meu coração disparou só de cogitar a possibilidade de ficar a sós com Sérgio. Sabia que o tempo era curto e, portanto, se eu quisesse realizar meu desejo teria de ter muita coragem para quem sabe até, tentar uma abordagem direta.
Sérgio estava vestido num short curto uma camisa regata, um visual tipicamente carioca, que o transformava numa tentação ambulante. Entramos no carro e nos dirigimos para o centro da cidade onde haviam muitos bares que eram os únicos estabelecimentos abertos aos domingos.
Durante o trajeto Percebi que Sérgio olhava sorrateiramente em direçã às minhas pernas que, embora estivessem cobertas pela longa saia que eu vestia, era possível perceber que eram firmes e grossas devido ao tecido colado da saia. Ver aquele homem tentando olhar minhas pernas me causou uma excitação muito grande uma vontade quase incontrolável de fazer uma loucura segurar aquele cacete delicioso sentindo sua pulsação e depois coloca-lo na boca e só parar de chupá-lo após ele inundar minha boca com seu esperma. Começamos a conversar. Perguntei se fazia tempo que ele e Lúcia eram noivos, no que me respondeu que faziam 5 meses que etavam juntos. Perguntei sobre o trabalhos dele, os planos de casamento enfim uma porção de coisas na tentativa de tentar me aproximar devagar, como quem não quer nada. Só que o tempo era muito curto. Tomando coragem, após ouvir tantos relatos sobre ele comecei a falar sobre mim.
- Que bom Sérgio que você e Lúcia se dão bem. Fico muito feliz e torço pela felicidade de vocês. Pena que eu não posso também vivenciar tanta felicidade.
Meu inesperado início desabafo parece que foi a deixa para Sérgio tomar a liberdade de conversar mais à vontade comigo
- Mas por que. Sua vida parece tão boa, você e seu marido tem tudo aqui vivem muito bem, Lucia me disse que são pessoas conhecidas e respeitadas na cidade, você parece uma mulher tão alegre. Será que tudo isso é só aparência e existe uma verdade escondida ?
Aquela última pergunta foi a minha deixa para direcionar a conversa para o lado que eu queria:
- Exatamente Sérgio. Minha vida é um grande teatro. A poucos dias de vocês chegarem, meu marido e eu tivemos uma discussão séria e mal estávamos nos falando. Minha vida está tomando um rumo que sinceramente não sei onde vai parar.
- Desculpe-me a curiosidade Karla mas qual foi o motivo desta briga tão feia ?
-Ah Sérgio, você já deve ter percebido que meu marido é um homem muito apegado a questões religiosas. Tudo tem que girar em torno da religião. Embora eu também seja uma mulher religiosa, sei que tudo tem limites e que não podemos basear todos os aspectos da nossa vida em princípios descritos na bíblia. Existem aspectos da vida de um casal que na minha opinião não deveriam ser baseados na bíblia ou em religiões.
- Como o sexo por exemplo – perguntou ele com uma objetividade assustadora.
- Principalmente o sexo, respondi de forma também objetiva. E esse é o nosso principal problema.
- Não entendo como um homem casado com uma mulher maravilhosa como você pode ter problemas no campo sexual. Afinal de contas eu acho que esse é uma das bases de sustentação do casamento.
- Meu marido não pensa assim. Para ele sexo o único motivo que justifica a existência do sexo é a possibilidade de gerar filhos.
- Que pena que ele pense assim – Disse Sérgio.
- Pena mesmo respondi sem esconder um profundo suspiro de frustração.
Percebendo minha tristeza, Sérgio colocou a mão na minha perna e acariciando-a falou:
- Porque você não se separa dele então ? Não acha que seria melhor procurar alguém que te valorize? Será que vale a pena viver essa vida de aparências?
- Existem muitas questões que envolvem uma decisão como essa Sérgio. Não é tão simples assim. Não gostaria por exemplo de provocar um trauma em meu filho com uma separação assim, nem de provocar um escândalo na igreja.
Aumentando a pressão de sua mão em minha perna ele respondeu.
- Você vais me desculpar mas eu acho uma bobagem basear suas decisões pensando nos outros em primeiro lugar. Claro que seu filho sofreria com uma separação mas e você? Seu sofruimento não conta? Seu filho também é vítima desse jogo de aparências.Eu acho que você tem que pensar em si mesma.
Não encontrei respostas para esta colocação dele. Sérgio, quebrando o breve silêncio que se fez entre nós, voltou a puxar assunto.
- Posso te fazer uma pergunta digamos indiscreta.
- Pode sim – disse eu quase adivinhando que pergunta seria
-Alguma vez já passou pela sua cabeça a possibilidade de trair seu marido ? De tentar uma aventura extraconjugal ?
- Pra ser sincera Sérgio eu já pensei sim. Penso bastante aliás. Mas acho que não teria coragem.
- Perdoe-me a sinceridade mas eu acho que você teria coragem sim. Eu sinto isso.
- `Porque você pensa isso de mim? Acha que eu sou adúltera ?
- Não estou dizendo isso. Só acho que você teria coragem. Teria não, tem.
- Você não me conhece. Como pode afirmar uma coisa dessas com tanta certeza? Você me ofende fazendo um juízo desses a meu respeito.
- Você que saber mesmo porque estou afirmando isso com tanta certeza ? pois vou te dizer.
- Minha certeza vem do jeito como você olha pra mim. Da cara de desejo que você fez quando eu abri a porta do quarto aquele dia só de sunga. Você não conseguia tirar os olhos do meu corpo. Como não consegue disfarçar também que está olhando o tempo todo para minhas pernas. Diga que estou errado.
Sem esperar minha resposta, Sérgio com um gesto brusco, puxou a pica, que a essa altura já estava duríssima, para fora do short e começou a dizer:
- Era isso que você estava querendo ver o tempo todo ? Pode olhar a vontade ? Olhei de relance, porque estava dirigindo, aquela pica negra, cheia de veias e como eu tinha previsto, enorme enquanto Sérgio dizia uma porção de insanidades.
- Desde a primeira vez que te vi percebi que existia uma puta escondida por traz dessa mascara de crente. Uma puta sedenta por uma boa pica. Vem, pega nela sente o tesão que você está provocando em mim.
Sem esperar algum movimento que eu pudesse realizar, Sérgio pegou uma de minhas mãos e pousou sobre seu cacete. Segurei aquele mastro com um desejo absurdo de coloca-la na boca. Aquela situação me excitava muito. Mesmo sabendo que o vidro fumê do carro impedia que qualquer pessoa enxergasse o que se passava lá dentro, a sensação de está punhetando uma pica em plena rua era extremamente perigosa para mim. Aproveitando a parada obrigatória no sinal vermelho, aproveirei aqueles poucos segundos para intensificar meus toques naquela rola fenomenal. Segurei firme e fiz um movimento punhetando-a num ritmo lento porém longo e constante, provocando gemidos de prazer em Sérgio
- Isso, Karlinha vai. Bate uma pra mim. Não para.
-Meu Deus, isso é uma loucura – falei interrompendo a punheta bruscamente.
-Não podemos fazer isso.
- Claro que podemos meu bem. Porque a gente não vai direto pra um motel matar esse desejo.
- Você é louco. Aqui todo mundo conhece todo mundo. As pessoas reconheceriam o carro e que explicações eu daria para meu marido se dissessem que viram o carro dele entrando num motel.
- Você se preocupa demais com o que os outros vão falar.
-Claro que me preocupo. Sou uma pessoa conhecida, de família e mesmo sendo independente não posso me arriscar em aventuras dessa natureza.
-E como é que fica nosso desejo – disse mais uma vez levando minha mão até seu cacete. Olha só o que você faz comigo.
Compramos os refrigerantes, colocamos no carro e voltamos para minha casa. Durante o trajeto de volta. Sérgio, de forma atrevida e decidida, aproximou sua boca do meu ouvido, subiu totalmente minha saia, colocou as mão dentro da minha calcinha e começou uma verdadeira sessão de tortura.
- Não vou voltar pro Rio sem comer essa bocetinha deliciosa de jeito nenhum – sussurrou no meu ouvido enquanto seu dedo percorria minha rachinha de baixo pra cima massagenado meu clitóris me provocando delírios. A habilidade de Sérgio em manusear minha xoxota denunciava a capacidade de foder uma mulher de forma completa. Ah essa altura, minha calcinha completamente molhada era o indício de que minha bocetinha era uma presa fácil nos dedo ágeis e habilidosos de Sérgio.
- Hoje a noite vou te esperar no meu quarto, me disse ele com uma autoridade de quem fala a uma escrava. Quando todos estiverem dormindo você vai até lá. Vou deixar a porta aberta.
- Deus me livre – respondi.:Nem pense numa coisa dessas. È muito arriscado.
-Então me espere que vou entrar no seu quarto a noite e vou te comer na presença do teu marido. Você escolhe.
Não percebi nenhum tom de brincadeira nessas palavras. Percebi um tom decidido de um homem que estava louco para me foder.
- Você não está louco de fazer isso.
- Quer pagar pra ver ?
-Mesmo sabendo que aquilo era um blefe, e com um desejo louco de pica, resolvi aceitar sua proposta. Até porque, meu marido não seria nenhum problema pois domingo a noite era dia de vigília na igreja e teríamos que ficar até aproximadamente 3 horas da manhã no templo. Bastava inventar uma desculpa convincente e meu marido iria sozinho me deixando em casa livre para realizar aquele plano louco.
- Vou ver o que posso fazer. Mas não vou garantir nada.
-Vou esperar.Se você não aparecer vou ao seu encontro.
Sérgio intensificou as carícias com a clara intensão de me fazer gozar antes de chegarmos em casa. Colocou a língua nos meu ouvido, ficou lambendo, falando coisas deliciosas. Enquanto isso suas mão apoderavam-se cada vez mais de minha boceta que não pode resistir por muito tempo. Gozei alucinadamente molhando as mãos dele e o banco do carro, Quando finalmente chegamos, Sérgio pediu que eu decesse primeiro e lambeu o banco do carro antes de enchugar com a flanela.
Durante o almoço, pude ter uma noção exata de como Sérgio era extremamente louco. Sentamos na mesma mesa e ele fez questão de sentar de frente para mim. A conversa rolava alegre entre todos durante o jantar, Lucia, Sérgio, meu marido, eu e um casal de amigos da igreja, sentamos em liugare próximos, já que colocamos varias mesas enfileiradas para que todos convidados pudessem almoçar. Sérgio, como já disse, posicionou-se estrategicamente `de frente para mim. Daí vocês já imaginam o que aconteceu, fui surpreendida com o pé dele afastando minhas coxas e posicionando-se em cima da minha boceta iniciando um movimento com os dedos me torturando e me excitando. Tentei faze-lo parar mas, com medo de que alguém percebesse alguma movimentação e descobrisse o que estava acontecendo fiquei quieta sendo masturbada pelo pé de Sérgio que insistentemente tentava afastar minha calcinha para ter um contato direto com a minha xoxota.
Olhei para Sérgio e encarei-o olhando em seus olhos. Ele ali com a cara mais cínica do mundo, puxando assunto, conversando com meu marido e com o pé remexendo minha buceta que já estava molhada, prestes a gozar.
Terminado o almoço, todos fomos para uma área ao ar livre, no quintal de nossa casa. Passados alguns minutos, Sérgio entrou em casa com o pretexto de ir ao banheiro. Fi quei conversando com Lúcia e as irmãs da igreja quando o toque de mensagem do meu celular foi acionado. Olhei e era Sérgio que havia enviado uma mensagem para mim.
-“Estou te esperando no meu quarto”
Meu coração acelerou e eu quase empalideci. Não tive tempo ou não quis pensar nos riscos daquela atitude insana. Pedi que Lúcia fizesse companhia para as visitas enquanto eu ia ao banheiro.
De uma forma decidida bati na porta do quarto de Sérgio que por sinal já estava aberta a minha espera. Sérgio abriu a porta e me puxou contra seu corpo, abafando qualquer palavra ou atitude de resistência de minha parte com um beijo delicioso. Sua língua forçou passagem por entre meus lábios. Sem oferecer nenhuma resistência acolhi aquela delícia e ofereci a minha para ele também. Sérgio chupava minha língua com uma voracidade absurda enquanto suas mãos já haviam levantado minha saia e apertavam agora minha bunda me fazendo colar em seu corpo. Senti o calor daquele corpo másculo espremendo meus seios enquanto aquelas mãos ágeis seguravam firmemente minha bunda. Sérgio mordiscndo minha orelha disse que queria me foder inteirinha, chupar minha buceta e meu cuzinho, eu louca, totalmente entregue, só conseguia gemer e transpirar enquanto era praticamente devorada por aquele macho.
Segurando em meus cabelos, Sérgio me fez ajoelhar em sua frente exibindo aquele instrumento enorme, grosso e poderoso. Nesse momento, o cheiro inconfundível de pica negra se espalhou pelo ar e ele nem precisou pedir pois instintivamente abocanhei aquele pau delicioso e suguei-o com volúpia, sorvendo todo o líquido que demonstrava a excitação de Sérgio.
- Chupa delícia, chupa todinha coloca ela inteirinha na boca eu quero ver se você consegue.
Claro que não consegui. Aquela coisa tinha sem exagero algum uns 22 cm, e eu só consegui abocanhar uns 15. Chupei desesperadamente o cacete de Sérgio, aumentando os movimentos e a pressão da sucção para provocar um gozo rápido. A cada segundo que avançava a situação se tornava mais arriscada, o risco de sermos flagrados era muito grande. Mas com certeza eu não deixaria aquele cacete sair da minha boca sem encher ela com seu leite.
Acelerei ainda mais os movimentos, alternando chupadas fortes, movimentos de sobe e desce e lambidas das bolas à glande. Não deu outra. Em aproximadamente 5 minutos, percebi o a respiração de Sérgio aumentando o ritmo, sua pica contraía-se em minha boca. Foi a deixa para chupa-lo ainda mais forte provocando seu gozo. Ségio gozou como um louco, segurando-me pelos cabelos forçando a entrada de sua pica em minha boca, obrigando-me a engolir cada gota daquela gala quente e viscosa. Nem era preciso ele fazer isso.
Voltamos pra sala e continuamos a conversa como se nada tivesse acontecido. O gosto do esperma de Sérgio estava na minha boca e a imagem daquela pica descomunal não saía da minha cabeça. Queria ser possuída de todas as maneiras possíveis queria gozar alucinadamente sentindo aquele mastro dentro de mim.
Mais isso é uma outra história. Aguardem o próximo conto A segunda parte e descubra como essa história terminou. Aliás ela apenas começou.

Um comentário:

  1. nossa que vontade de foder com vc me deu gata
    é assim do seu jeito q gosto de fuder

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